Um vicio saudável


Boa tarde meus amores! Realmente voltei desta vez e com uma "novidadezinha". Depois que reli o post anterior e vi a minha promessa sobre falar do meu vicio foi que eu percebi que na verdade existiam dois super importantes na minha vida ultimamente. E então entrei em conflito para descobrir de qual falaria primeiro, até que me decidi - não por importância, mas por ser mais interessante. Mas que vicio é esse Kemmilly? Já te explico.

Vamos conversar sobre o signo do zodíaco?

Já consigo ouvir vários de vocês voltando a página, saindo do blog e parando para sempre de ler, mas perala. Não vamos fazer tanto bullying assim com os coitados.

Primeiramente eu já fui sim uma pessoa que acha signo a maior bobeira sem noção do mundo, já critiquei as garotas que tascavam o olho em alguém e já diziam o mapa astral inteiro dessa pessoa, já critiquei quem vivia sua vida baseada no que seu horóscopo da capricho dizia. Mas não é que o mundo da voltas?

Hoje, tenho orgulho de dizer que me tornei essa pessoa, essa pessoa que eu tanto criticava, e vou contar um pouquinho de como aconteceu essa história.

Começou no final do ano passado. Quando eu e minhas amigas começamos a fazer testes no quizur só parar passar o tempo, e acabou que fizemos um que dizia "qual signo mais se parece com você?" e outro "responda esse quiz e descobriremos o seu signo" então o fizemos e ficamos indignadas com o resultado, deu tudo errado. Então começamos a conversar sobre, mas nada que dessemos muita importância. Uns dias depois alguém na sala falou sobre compatibilidade dos signos, então de imediato fomos descobrir nossas possíveis almas gêmeas.

Acabou que isso se tornou uma espécie de ritual de todas as manhãs, a gente sempre via nossa frase do dia, mensagem, compatibilidade, música e coisas do tipo. Mas ainda não acreditávamos em nada disso. Até que em Janeiro desse ano eu encontrei um aplicativo que daria seu mapa astral exato, você só precisaria de data, nome, horário e local. Então nós três fizemos e chegamos a conclusão de que fazia muito sentido, então desde então passamos a estar mais mente aberta para o zodíaco e tudo o que eles tem a nos oferecer de informações sobre nós mesmas.

Antes que me perguntem, eu sou de Gêmeos, com lua em Libra, ascendente em Escorpião, paraíso astral em Libra, inferno astral em Touro, signo complementar em Sagitário e compatibilidade 100% em Áries, Gêmeos, Sagitário, e Aquário.
Simplificando para os não entendedores do zodíaco, eu posso ser um anjo e o capeta ao mesmo tempo, eu posso te amar e te odiar em questão de segundos, vou sorrir chorando e chorar sorrindo constantemente, eu sou a bipolaridade em forma de pessoa. Já consigo ver os especialistas em signo me criticando dizendo que sou duas caras ou coisas do tipo, mas gente eu sou um amor de pessoa...

O que me fez ter ainda mais interesse em signos foi um livro que li recentemente, vou tentar resumir a história para ver se você entendem. A personagem principal foi traída depois de um namoro de seis anos, e quis descobrir o que que deu errado - além da traição - num namoro que caminhava tão bem. Eis que uma mulher disse que o problema e a solução estavam no zodíaco, e o problema deste caso em específico foi que, ela era de Áries e seu ex namorado de Peixes (quem entende do assunto já percebeu a merda), e nós sabemos que Peixes é o inferno astral de Áries - em outro post vou explicar direitinho cada um desses tópicos - então a prima dela deu uma ideia. Que tal passar o rodo no zodíaco até descobrir o seu signo perfeito? Ao que ela pensou que não seria nada má ideia. 

Ao chegar em casa ela criou um blog com codinome e nesse blog ela iria descrever como teria sido o encontro com cada um dos signos até encontrar o seu par perfeito, e isso se ela o encontrar. Isso vocês vão ter que ler para descobrir.

E durante a história a gente descobre que o signo complementar dela é de Libra, então ela cria uma puta de uma expectativa de que ela vai encontrar o Libriano perfeito, será?

Eu bem que pensei em fazer como a "Valentina" e passar o rodo no zodíaco, mas eu sou mais amor do que físico, e também já posso eliminar minhas quatro histórias de vida e tentar concluir de forma esporádica, talvez um dia eu consiga.

Parando para pensar eu já beijei um de Câncer, com quem inclusive tirei o meu Bv aos 12/13 anos - depois conto detalhes de como foi a experiência - em seguida outro de Câncer - kkkkkk - um de Libra e por último meu ex namorado de Touro - que super deu errado por ser meu inferno astral - mas vou contar para vocês que meu sonho é beijar um de Escorpião...

Isso já me dá ideia para outro post de "Meu relacionamento com o Zodíaco" onde vou falar sobre todos os signos pelo qual já me apaixonei mas não necessariamente beijei.

Ficarei devemos mais três posts para você e encerro esse aqui por motivos de - estou sem tempo para dar muitos detalhes - mas em breve voltarei com um post mais explicativo sobre signos - ou não.

Espero que tenham gostado do meu novo vicio e se não gostaram não me desprezem, vejo vocês no próximo post!

P.s:. O nome do livro é "Os 12 signos de Valentina" e vale super a pena ler.

XoXo 💋


Quando o amor acaba...

Créditos da foto para o Tumblr

Quando o amor acaba? O que você faz?

Lembra que no post anterior eu disse que voltaria para explicar o meu romance falho? Então, dessa vez não deixei ninguém na mão e realmente voltei.

Para melhor compreensão de todos os fatos, vou iniciar a história do começo. Lembrando que irei modificar os nomes das pessoas que aparecerão para não haver problemas, já que elas não sabem que suas vidas estão sendo expostas.

Em 2017, eu conheci um garoto. Era loiro, alto, usava óculos, olhos meio morto, super magrelo, um nerd, vamos chama-lo de Luís. E Deus sabe muito bem como meu coraçãozinho adora um nerd pra chamar de crush...Mas ele também era mais velho, - eu estava no 9 ano, com 14 anos, e ele estava no 3 ano do ensino médio, com 16 anos- e sendo assim há uma regra silenciosa na escola que define que garotos mais velhos nunca vão olhar para garotas mais novas.

Então, mantive meu crush só como um admirador secreto proibido. Ao passar do tempo acabei me interessando por um outro menino(João), dessa vez ele era da minha sala, mais novo que eu devido alguns meses, mas esse aí não teve nada além da coisa física. A gente ficou umas duas vezes e depois perdeu a graça e passamos a ser apenas bons amigos.

Depois de um mês eu descobri que João e Luís eram primos, e aparentemente bem próximos. João percebeu que eu estava de olho no Luís e então começou a falar sobre mim, dando aquele toque de amigo/primo.

Em Março, em uma sexta feira a noite de 2017, eu enviei solicitação no Facebook para Luís, e ele de imediato aceitou, então sem vergonha do jeito que sou - as vezes - mandei mensagem imediatamente e começamos a conversar, até que ele disse que precisaria sair para estudar.

Depois desse breve começo, a gente passou a conversar o final de semana inteiro. Quando chegou na segunda seria a primeira vez que nos falaríamos pessoalmente e me deu um nervoso, toda a sem vergonhice tinha ido embora, então eu entrei em pânico e fui embora.

Foi passando o tempo e aprendemos a conversar pessoalmente como pessoas civilizadas.

Em Abril deste mesmo ano saimos a sós pela primeira vez para assistir um filme, - Velozes e Furiosos 8 - e pela primeira vez, ficamos. Foi bem engraçadinho porque os dois estavam nervosos, não sabiamos por onde começar, ele não sabia se tinha permissão pra me beijar, e eu não sabia se ele sabia que podia me beijar.

Ficamos durante um mês e meio até que em Junho, ele oficialmente me pediu em namoro, um dia antes do dia dos namorados. As coisas foram acontecendo bem rápido a partir daí, no dia seguinte eu fui até a casa dele para conhecer seus pais, - que foi outro sufoco - ele veio até minha casa conhecer os meus, e as coisas foram se desenrolando como deveriam ser.
Passamos meses muito extremamente felizes onde tudo era novidade, cada dia era bom, cada momento era notável, não existia nada que nos fizesse brigar. Chegou Natal, passamos juntos, e consequentemente ano novo também.
Chegou 2018 e algumas coisas mudaram. Eu não o veria mais todas as manhãs de segunda a sexta me recebendo com um sorriso no rosto e um abraço caloroso de bom dia. De segunda a sexta nossos encontros passaram a ser unicamente aos domingos. E isso de certa forma já fez com que as coisas fossem perdendo o encanto.
Mantemos a felicidade do início mas também á transformando em saudade, ficávamos tão dependentes um do outro a cada dia que eu nem sabia que seria possível até viver na pele.

Em Junho de 2018 fizemos 1 ano de namoro, trocamos presentes e passamos o dia juntos como era de se esperar... até que um mês depois veio a primeira crise. Eu viajei para Patos - a cidade onde eu estava morando quando comecei a escrever neste blog - para passar apenas algumas semanas, mas meu tempo lá ficava bem limitado porque eu saia todos os dias, e ficava quase sem tempo para dar atenção a qualquer outra pessoa que não fossem minhas primas. Ele não gostou disso, disse que eu não o dava mais atenção, que minhas primas ficavam comigo 24h e que eu deveria reservar ao menos 1h para conversar com ele, que ele estava precisando de mim, e pelo contrário eu não parecia estar me importando com a distância, e tudo isso foi me cansando.

Brigamos durante todos os dias em que estive lá, e em todas essas discussões resultava em: ele me fazer sentir culpada, eu aceitar que era a culpada, eu chorar, ele pedir desculpas e dizer que isso mudaria.

É ai que vocês me perguntam: "mudou?"
Não, meus caros leitores, não mudou.

A cada dia a briga se tornava mais ofensiva e eu passei a ignora-lo, evitava responder suas mensagens, evitava responder suas ligações, cheguei até a desligar o wi-fi para que meu celular descansasse um pouco daquele surto. E eu pensei que ele iria entender o recado e parar de fazer. Mas isso também não aconteceu. Voltei para a minha cidade e as coisas foram de mal a pior, resolvemos então dar um fim nisso.

Essa foi a primeira vez. Esse término trouxe um problemão pra minha vida porque ele expôs tudo o que estava acontecendo para minha família inteira e eu passei a não ter um pingo de privacidade, eu chorava todos os dias pensando que esse sentimento ruim era por ter terminado o relacionamento, então pensei que a solução seria reatar.

Dois dias depois estávamos juntos de novo, e parecia que nada daquilo havia acontecido. Passamos mais alguns meses felizes, até que a segunda e última crise voltou.

Em Setembro minha tolerância estava limitadíssima, qualquer deslize dele já me fazia pensar duas vezes naquele relacionamento, e eu ficava cada vez mais sem vontade de vê-lo, sem vontade de beija-lo, eu passei a não conseguir retribuir nem mesmo o "eu te amo" que ele insistia em dizer em todos os momentos.

Mas foi quando um outro sujeito - que vocês conhecem bem- comecou a bater na porta do meu coração que eu percebi que aquilo ali já não tinha mais concerto nenhum. Mas, ele não deixava que eu terminasse.

Na primeira tentativa de terminar de verdade o namoro a gente foi para um evento de nerds que tem todo ano aqui na minha cidade - era a primeira vez que eu ia mas o dia foi tão horrível que eu nem aproveitei - então eu passei o dia inteiro distante, mal trocava uma palavra, mal olhava nos olhos dele como eu sempre fazia, eu estava quieta. E ele percebeu isso, mas tentava mudar, o que só me irritava mais.

Ele passou o tempo todo tentando me abraçar, querendo pegar na minha mão como que pra mostrar pras pessoas que, sim, estavamos juntos. E sim, eramos muito felizes. O que me irritou mais.

Depois de andar o dia inteiro só pra perder tempo e eu poder ir pra casa, decidi que era hora de ir, mas ainda era muito cedo, e ele iria querer que fôssemos pra casa dele, e eu obviamente não queria. Então, disse pra irmos no shopping comer. E fomos. Comemos, eu em silêncio, ele tentando esquecer o fato de que nosso namoro tava indo de mal a pior. E acabou que minha procrastinação nem deu certo e fomos pra casa dele.

Lá, deixei claro que não queria deitar na rede, não queria ver um filme, não queria fazer nada, somente ir pra casa. E ai veio o primeiro sinal. Ele me induziu a ficar na rede apenas "sentado", e começou a falar sobre como me amava, como não deixaria que nada de ruim acontecesse conosco e eu simplesmente fechei os olhos. Ele então começou a chorar, implorando que eu não o deixasse, dizendo que iria me fazer ama-lo de novo, que mudaria, que se tornaria uma pessoa melhor pra me fazer feliz de novo, enquanto dizia isso começou a me abraçar, mas de forma que não soltaria, de forma incomoda, de forma que me assustou.
Ele implorava para que eu dissesse algo, para que eu olhasse nos olhos dele e dissesse que o amava, e eu só conseguia tremer, eu via agressividade no ato de abraçar, então foi a primeira vez que tive medo de estar no mesmo lugar que ele sozinha.

Então me desvencilhei depois de um certo esforço, peguei o celular para pedir um Uber, e com a voz mais firme que consegui encontrar disse que iria embora.
Na semana seguinte, ele veio para minha casa, e o episódio se repetiu. O choro, o abraço, as mesmas promessas, tudo de novo.

E na semana depois desta quando eu fui - sem a menor vontade - para casa dele, passamos o dia assistindo aos últimos filmes de Harry Potter - que ele nunca tinha assistido e que havíamos prometido assistir aos oito juntos - até que quando acabou o último, ele quis deitar na rede para ficar agarradinhos como casais apaixonados que aquela altura claramente não éramos, e eu disse que não queria, ele contextou, começou a dizer que eu não o amava mais, que eu não o beijava mais, que eu não o abraçava mais, chegou a alegar que eu era lésbica apenas porque gostava de passar um tempo com minhas amigas e defendia o movimento LGBTQ+ com toda a minha vida, e de novo vieram as lágrimas, mas foi a última vez..

Ele me agarrou com uma força que até então eu nem sabia que ele teria, me pediu para ficar, me implorou para não terminar, me implorou para sorrir e voltar ao normal. Segurou os meus braços de forma agressiva para que eu não saísse do abraço, e então chorou, chorou muito, chorou como uma criança faminta. E ele sabia que eu estava prestes a terminar, e aquela seria sua "última" tentativa, então teria que tentar com todas as suas forças, literalmente. E ele mais do que ninguém sabia que minha fraqueza eram as emoções de outras pessoas, ele sabia que eu perdia a coragem quando alguém chorava na minha frente, e foi o que ele fez.

Depois de gritar para que me soltasse, ele o fez e eu mais uma vez disse que queria ir para casa, então ele pediu para que seu pai fosse me deixar por uma última vez.
E para vocês terem uma noção de como um universo é filha da puta...sempre que o pai dele ia nos deixar em algum lugar ele ligava o som do carro na rádio da mix, e sempre, sempre tocava "Perfect" do Ed Sheeran, e a gente ia o caminho inteiro cantando como um casal feliz, e dessa vez não foi diferente. Com o nosso namoro por um fio, ainda assim a mix tocou "nossa música", mas fomos calados e inquietos, sabendo que aquela seria a última vez que faríamos aquilo, e que aquela música nunca mais seria a mesma.

Chegando em casa coloquei tudo pra fora, ele não estava mais presente para tirar minha coragem, eu poderia falar qualquer coisa sem vê-lo chorar, sem que ele me interrompesse, eu estava livre. Disse como ele havia me assustado nos últimos dias, tentando me impedir de fazer isso ou aquilo, chorando sempre que podia para me desencorajar, falei o quanto eu estava desistindo a cada dia e o quanto eu me sentia um pouco mais morta por dentro, eu contei tudo, todas as coisas ruins, mas ao final também agradeci, porque ele não foi sempre agressivo, chorão e possessivo, houve um momento em que eu era feliz, houve um momento em que eu estava bem, que eu o amava de verdade, mas infelizmente não pude durar com isso pra sempre, e então tudo acabou, de vez.

Essa foi a minha maior história de amor, e a mais falha também. Mas, apesar de tudo, não deixo nenhum remorso ou amargura, eu guardo com carinho todos os momentos que vivemos, mas também não tenho intenção alguma de manter nenhum contato para não dar esperanças. Me sinto melhor solteira do que naqueles últimos meses de escuridão, mesmo estando carente ao ponto de se agarrar aos postes, eu ainda me sinto melhor do que naqueles último meses.

"Mas Kemmilly, ele não te procurou mais?" sim, meus caros leitores, ele me procurou.

Mais ou menos dois meses depois ele me mandou mensagem, a princípio querendo saber como eu estava, mas depois perguntou se eu estava melhor do que estivera a alguns meses atrás, e respondi com orgulho que sim, e eu realmente estava.

Hoje fazem quase seis meses desde o término, mas não sinto nenhum arrependimento, nem por tudo o que vivi, nem por ter acabado. Quando as coisas não tem mais concerto, a gente sabe, e sabemos também que o melhor é cortar o mal pela raiz, mesmo que aquilo vá fazer muito mal por um tempo, mesmo que você passe um bom tempo sem ouvir uma música, ou ver um filme porque vai lembrar aquela pessoa, mas você sabe também que uma hora ou outra, aquilo passa. E você vai conseguir ouvir aquela música e só sentir coisas boas, porque foi importante.

Então meus amores, essa minha história fracassada me ensinou apenas em não me entregar tão rápido e tão fácil para alguém, me ensinou a ser mais reservada, menos entregue de mãos beijadas, me ensinou a ser mais dura e resistente com as pessoas e com as situações, me ensinou a ser um pouco mais fria e fechada do que eu costumava ser, mas não carrego isso como uma coisa ruim, porque de certa forma, me ajuda a não me machucar tão facilmente como naquela época, impede que as pessoas me quebrem tão fácil, me impede de ser tão vulnerável.

Depois dessa história um pouco perturbadora, vou retornar no próximo post falando sobre algo mais leve e que se tornou meu novo vício, estou ansiosaa demais para escrever sobre e espero que vocês gostem! 💙

Até a próxima! 💙 XoXo 💋

Amor que vai e volta

Foto feliz para um acontecimento triste.

Olá pessoal! 
Primeiramente desejo a vocês uma boa tarde, e já me vem na cabeça alguém dizendo "que milagre você por aqui", pois é, os problemas da vida fazem a gente recorrer a esse tipo de coisa...

Talvez eu não tenha dito para vocês ainda, mas por volta de setembro do ano passado meu namoro foi por água abaixo, pois é. Espero poder contar tudinho depois em um outro post porque esse aqui é de maior importância no momento...

Em 2017 quando vim morar de volta em João Pessoa, conheci pessoas novas mas que no momento não tive oportunidade de contemplar. Traduzindo, conheci um garoto novo, ele era interessante basicamente por ser italiano (aquelas rsrsrs), mas quando eu me interesso por alguém eu passo a brigar eternamente com essa pessoa como forma de esconder os sentimentos, e a gente nem era tão próximo assim..

Em 2018, continuamos estudando juntos e, melhor, mais próximos. Cada dia mais que se passava a gente ficava um pouquinho mais próximos, e isso foi me fazendo tão bem que vocês nem imaginam. Até que começou a surgir aqueles rumores de "...gosta de..." e meu coraçãozinho foi as alturas. Nessa altura do campeonato eu já estava tão apaixonada que vocês nem imaginam.

A gente passou a sair para o cinema junto de outros amigos e ele sempre ficava do meu lado (eu me agarrava no braço dele por causa do meu medo de escuro), a gente passava o dia inteiro juntos e as vezes até tarde da noite.

Eu me lembro que uma vez meu padrasto demorou a ir me buscar no shopping, então, ele ficou para me esperar, foi ficando frio e ele então me deu o casaco, ficamos conversando por bastante tempo e meu coração dando um salto a cada vez que ele sorria. Cada leve olhar que ele me dava significava tanto que me fazia feliz pelo resto da semana, e ele não fazia ideia do efeito que me causava.

O tempo foi passando, e bem no finalzinho deste mesmo ano, a gente finalmente contou um pro outro sobre os nossos respectivos sentimentos, e eu que naquela altura já estava conformada de que não havia possibilidade de sair um casal dali, fiquei surpresa quando ele disse: "eu gosto de você".

Não apenas surpresa gente, eu literalmente entrei em pânico. Eu me tremia, meu coração batia em um ritmo maluco e tudo foi acontecendo muito rápido e devagar ao mesmo tempo.

E no mesmo ritmo que essa descoberta, as coisas foram acontecendo. Muito rápido. E isso me assustou. Um dia depois ele já queria que fossemos namorados, no dia seguinte ele já dizia que me amava, e cada dia me vinha um ataque cardíaco diferente. E não sei se vocês tem consciência disso, mas eu sou muito cagona para relacionamentos, eu simplesmente travo em novas relações e não sei como agir. E foi exatamente isso que aconteceu durante mais ou menos dois meses.

Durante dois meses eu estava numa montanha russa de sentimentos e contradições, a cada dia que se passava eu não sabia o que fazer, como fazer, e era sempre um pânico novo e diferente surgindo no meu coração.

Até que em Janeiro de 2019, eu decidi acabar com esse prematuro relacionamento. Motivos? Ainda não tenho certeza.

Durante o mês de Janeiro, Fevereiro e o início de Março, eu jurava que meu coração estava completamente livre para amar outra pessoa, ou de preferência, não amar ninguém. Então, comecei a suspeitar que uma das minhas melhores amigas estava afim dele, pensei que iria me sentir mal, que iria tentar impedir, mas não, na verdade eu fiquei preocupada dele partir o coração dela, afinal, mesmo com todo o tempo que passou, ele ainda demonstrava sentimentos por mim, até ai, ainda achei que estava livre de problemas.

Até que...no último final de semana - mais precisamente dia 16 de março de 2019 - eu meu ex-crush italiano, e um dos meus amigos - que vou chamar de Lucas para não expor sua privacidade - Lucas, decidimos ir para uma confeitaria que havia falado ao Lucas que era muito boa, então fomos só nós três: eu, crush italiano, e o Lucas.

Continuei achando que meu coração estava completamente blindado, que nem o bisturi mais caro e afiado poderia perfurar meu coração e tentar invadi-lo. Eu estava erradíssima. Ele estava tão bonito quanto nunca estivera antes. Sua pele aparentava ser mais branca do que de costume, seus olhos verdes de menino bonito encaravam os meus com uma intensidade imensa, seus cabelos castanhos quase loiros estavam quase precisando de um novo corte, mas estava tudo perfeito, até mesmo tudo aquilo que antes eu considerava um defeito.

Passamos um dia incrível, comemos nos meus lugares favoritos, e o dia "acabou" com nós três caminhando com os pés no mar, apenas conversando e sentindo o clima gostoso que a praia a noite nos dá, principalmente quando estamos com pessoas que nos fazem tão feliz. Depois fomos caminhando até a casa do crush italiano - porque eu precisava ir ao banheiro - e tivemos aquela situação de apresentação, minha sorte foi que apenas o irmão dele estava lá, e minha falta de sorte foi que o irmão dele já me conhecia pelas histórias que o meu ex crush italiano contava para ele, inclusive a história de quando eu pisei no seu coração como se fosse uma barata.

No final acabou dando tudo "certo" e eu voltei para casa com o coração aquecido de tanta felicidade.

Até que na segunda voltei a realidade. E aquele garoto fofo e preocupado sumiu, no lugar dele surgiu um outro, que me ignora, e que praticamente dá em cima das minhas duas melhores amigas bem na minha cara, sem ao menos se importar com tudo o que eu poderia estar sentindo.

A segunda passou e durante ela eu consegui fingir uma indiferença incrível, até que cheguei em casa e desabafei contando tudo para o Lucas - que já sabia toda a história desde o início - e ele disse que no dia seguinte conversaria comigo.

A terça chegou e com ela uma nuvem cinza gigante sobre o meu coração. Conversando com o Lucas eu chorei, explicando que eu não queria magoar a Raíssa, - que também teve nome alterado devido a privacidade - explicando que eu não queria magoar o crush italiano, eu chorei, eu desabei, até que o Lucas propôs que eu me afastasse e deixasse que os sentimentos fossem embora de acordo com as lágrimas que eu derramava, e eu pensei o dia inteiro como seria evitar alguém que te faz tão bem e que você só quer que esteja mais perto.

Na quarta feira meus planos foram simplesmente esquecer o dia anterior e colocar a famosa mascara que diz: "tá tudo bem, não preciso que me abrace".

Até que chegou o dia de hoje. Quinta feira, 21 de março de 2019. Ele surgiu na escola, mas ao contrário do habitual ele se isolou, não me deu bom dia, não olhou nos meus olhos, não trocou uma palavra sequer. Parecia uma pessoa completa e totalmente diferente, parecia que meu italiano tinha voltado para Itália e deixado lá toda sua fofura, preocupação, tudo aquilo que eu zelava tanto para não perder, e o que eu fiz? Me tranquei no banheiro e chorei. Tudo isso resultou a mim, uma semana péssimas, olheiras de noites mal dormidas, nota baixa nos testes que respondi em meio ao choro, e eu não faço ideia de como vou sair dessa.

Vocês já tiveram um amor assim? Que vem e que vai? Sem dar explicação? Sem deixar nem um bilhetinho escrito "não estou mais disponível"? Se sim, o que vocês fizeram? Por favor me contem, estou desesperada, e de coração partido quando deveria estar com o coração cheio de amor depois de um final de semana tão gostoso..


Espero que tenham gostado da minha história hiper dramática e drástica.

XoXo 💋

Com amor, Simon | Precisamos conversas

Vou logo iniciando o post dizendo que sou bem péssima com promessas, nunca foi meu forte, então me perdoem não farei mais promessas que sei que não irei cumprir.

Para o dia de hoje, está segunda-feira maravilhosa (que inclusive tem jogo do Brasil) eu decidi fazer um post sobre uma coisa muito interessante, que me deixou sinceramente muito feliz.

Vou logo avisando que esse post vai ficar bastante grande devido a quantidade de informações, temos as perspectivas do livro, a do filme e em seguida a minha. Então, se preparem porque vai ser longo o processo.

Há alguns meses atrás foi lançado um trailer de um filme chamado "Com amor, Simon". (Para quem não sabe do que se trata, vou deixar a sinopse do filme/livro caso tenham interesse) E esse trailer na verdade me chamou muito atenção.


Sinopse:

Aos 17 anos, Simon Spier aparenta levar uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: não revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de classe, anônimo, na internet.

Como podem ver é apenas mais uma história de amor como qualquer outra, mas o que a torna diferente? 

No mundo em que vivemos, principalmente aqui no Brasil, é tabu falar sobre os homossexuais - homo afetivos, homem sexual, como preferir chamar - então me surpreende terem feito um filme abordando esse assunto.

Depois que vi o trailer eu fiquei muito surpresa, e fui pesquisar sobre. Por fim, cheguei a conclusão de que o filme é derivado de um livro com nome original de Simon Vs A Agenda Homo Sapiens (eu sinceramente acho que o nome de agora tem mais a ver com a história, mas tudo bem) e então, curiosa como sou, fui atrás de ler o livro, eu estava destinada a só ver o filme depois de ler o livro, e foi o que eu fiz.

Basicamente Simon é um adolescente completamente normal, com uma família perfeitamente normal, menos por ter um "grande" segredo. Ele é gay. E ninguém sabe disso. 

Ao olhar um blog do tumblr com fofocas de alunos da escola que Simon frequentava ele encontrou um post de um garoto se declarando gay anônimo, se nomeando apenas como Blue, e bem no finalzinho ele colocou seu endereço de e-mail. Simon foi logo atrás de conversar com esse menino também com um nome invetado. Jacques.

E-mail atrás de e-mail, Simon percebe que está se apaixonando por Blue. Eles passam horas conversando unicamente através de e-mails, falam sobre o dia-a-dia, sobre o que gostam, o que não gostam, seus desejos, suas paixões e etc.

Simon um pouco descuidado acabou deixando seu e-mail aberto e um certo "amigo" viu e passou a chantageá-lo, tipo: "Não conto pra ninguém que você é Gay, se me arrumar aquela sua amiga gatinha".

A situação acaba por se complicar um pouco porque ele tem que lidar com questões que não cabia a Martin - o amigo da onça - decidir. Ele não podia obrigar sua amiga a ficar com Martin, mas também não queria ser exposto como Martin faria.

Mas, Simon se vê em uma situação que não aguenta mais ficar apenas pelo e-mail, ele quer conhecer Blue, quer saber como Blue é fisicamente, como é sua voz, que roupas ele veste. Mas ao mesmo tempo tem medo, medo de Blue não querer ficar com ele depois de descobrir sua forma física, ou de sua vida virar um estardalhaço depois de se assumir publicamente.

Simon sabia que com sua família iria ser tranquilo. Sua mãe - que é psicologa - iria se interessar de saber como anda a vida amorosa dele - se tem uma coisa nessa família é a curiosidade, um de seus hobbies é xeretar a vida dos outros através de redes sociais. Seu pai, bom, ele é a pessoa mais sensível da família, se emociona com tudo, chora com tudo. Suas irmãs - no livro ele tem duas: Alice, a mais velha que faz faculdade fora da cidade. E Nora, a mais nova que ainda mora em casa e a única que aparece no filme - elas sempre apoiaram ele pra tudo, independente do que fosse, e a família inteira é muito unida, então a família não era o problema.
"Anunciar quem você é para o mundo é aterrorizante. Por quê? E se o mundo não gostar de você?"

 Apresentando seus amigos:

Nick: Eles se conhecem desde os 4 anos, sempre foram vizinhos e estudaram juntos, desde então tem sido melhores amigos. Ele joga no time de futebol da escola, gosta de tocar violão, jogar videogame no porão de casa e tem uma paixão secreta por Abby.

Leah: Se conhecem desde o 6 ano, junto de Nick, eles eram o "trio parada dura". Leah tem a personalidade forte, não gosta de ser tocada, gosta de tocar bateria secretamente, fazer desenhos de personagens de filmes, ama Harry Potter - inclusive ela apresentou Harry Potter pra Simon - mas ela odeia todo o resto. E tem uma paixão secreta por Nick. 😬

Abby: Chegou na Cidade há uns 6 meses. Ela morava em Washington, mas se mudou no começo do ano. Desde então eles são amigos. Abby é o oposto de Leah, ela sempre acha tudo incrível, gosta de dançar, música, ela é simplesmente a pessoa mais feliz desse livro, e o motivo da chantagem de Martin. Abby é tipo uma das garotas mais desejadas da escola, então claro que todo mundo a quer. Mas ela quer Nick. Percebem o triângulo amoroso que isso tá?

Bram: Que é mais amigo de Nick do que de Simon, mas eles sempre sentam juntos no almoço. Bram é estranho e fica calado a maior parte do tempo. Também joga futebol com Nick, é judeu, tem os pais separados, mas Simon o acha incrivelmente fofo - e eu também.

Garrett: É só um cara maluco que gosta de festa, futebol, garotas e beber. Também é mais amigo de Nick e Bram do que dos outros, mas eles quase sempre andam juntos na escola.

Uma coisa muito incrível no Simon, além da paixão por Harry Potter - e ele inclusive é da mesma casa que eu - ele tem a minha mesma paixão por Oreos. Pra nós é a melhor coisa já inventada na vida inteira. Ele inclusive faz para Blue - que também ama Oreos - uma "dieta" inteiramente com Oreos e derivados.
"O café da manhã, obviamente, é composto de um barrinha de cereal Oreo ou de uma torrada Oreo. Não, isso não é nojento. Cala a boca. É uma delícia. O almoço tem que ser pizza de Oreo com milk-shake de Oreo e uma trufas de Oreo que minha mãe faz (também conhecidas como as coisas mais deliciosas do universo). O Jantar é Oreo empanado com sorvete de Oreo, e a bebida é Oreo dissolvido em leite. Nada de água. Só leite de Oreo. A sobremesa pode ser Oreo puro. Parece razoável? É para o seu bem, Blue.
Dr. Jacques"
 Só em escrever isso já me deu uma baita fome...

A história em si é muito divertida, com cenas maravilhosas sobre como é se apaixonar pela primeira vez e ainda mais se você é gay ou algo parecido. Simon, nos mostra como os homossexuais e os negros são alvo de racismo, ou homofobia, e sinceramente se eu fosse homem eu ia querer muito ser um Simon ou um Blue.


"Como comentário extra, você não acha que todo mundo devia ter que sair do armário? Por que o comum é ser hétero? Todo mundo devia ter que declarar o que é; devia ser uma coisa bem constrangedora, não importa se você é hétero, gay, bi ou sei lá o quê. Só uma ideia.
           Com amor, 
Jacques."
 Eu sinceramente concordo plenamente que todos deveriam "sair do armário". A gente não pode colocar hétero como padrão de sexualidade. Não pode colocar pessoas de pele branca como padrão da sociedade. Não pode colocar o catolicismo como padrão de religião. Nós podemos ser o que quisermos ser, independente de dinheiro, cor da pele, religião. Se quisermos melhorar o mundo que a gente vive, primeiro temos que melhorar como a gente pensa.


Namore alguém que te olhe como o Simon olha pro Bram no meio da aula. 💙

 Continuando a história...Depois de muito Simon tentar fazer com que Abby se aproxime de Martin para se livrar da chantagem - e ao mesmo tempo fazer Nick e Leah ficarem mais próximos sendo que Nick gostava de Abby -, Abby acabou meio que dando um fora no Martin e isso deixou ele muito puto, e porque não descontar no nosso amigo Spier? Martin publicou prints dos emails de Simon com Blue no blog da escola, expondo sua sexualidade para quem tivesse interessado.




Simon entra em estado de choque, começa a gritar, briga com a irmã, chora, dentre muitas outras coisas que me deixou triste junto dele. Mas também se encorajou a contar para sua família, o que acabou fazendo e correu tudo bem, felizmente.

Mas, na escola tiraram sarro dele, fizeram brincadeiras escrotas como qualquer adolescente idiota faria.

Devido o fato de ele ter impedido de Nick e Abby ficarem juntos, eles dois brigam com Simon, Leah também briga com ele por ter enfiado ela nessa história. Ou seja, todo mundo briga com ele. Blue dá uma sumida - no livro é porque Blue já descobriu quem Simon é devido algumas pistas que ele deixou escapar, daí Blue fica com um pouco de medo de mostrar quem ele é. Já no filme ele some porque viu o post de Martin no blog e decide abandonar Simon. Ele tá sem crush, sem amigos, triste e solitário - parece eu minha vida todinha.

Simon cansou de viver debaixo dos panos e então convocou Blue para um encontro, sua última tentativa e então ele seguiria em frente.


 "Obviamente, não sei que diabo estou fazendo aqui, mas o que estou tentando dizer é que gosto de você. Mais do que gosto. Quando flerto com você, não é de brincadeira, e quando digo que quero conhecê-lo, não é só porque estou curioso. Não vou fingir que sei como isso termina e não faço ideia se é possível se apaixonar por e-mail. Mas eu gostaria mesmo de conhecer você, Blue. Quero tentar isso. E não consigo imaginar uma situação em que não queira beijar você loucamente assim que te vir. Eu só queria deixar bem claro.
          O que estou tentando dizer é que tem um parque de diversões radical no                                      estacionamento do Perimeter Mall hoje, e parece que fica aberto até as nove,
          Só pra você saber, estarei lá as seis e meia. E espero te ver lá.
          
          Com amor, 
          Simon" 

 Muita coisa que percebi lendo o livro e vendo o filme são as diferenças entre um e outro. Inclusive o momento em que Blue e Simon se conhecem. Algumas cenas foram esquecidas, outras incluídas, outras inventadas e etc. Não que isso tenha deixado o filme ruim, não totalmente. Pensei em abrir um post exclusivamente pra mostrar as diferenças entre um e outro. Sou suspeita a falar porque já vi o filme e li o livro diversas vezes e eu sempre termino com uma felicidade no coração que vocês não imaginam.

Como toda boa história de amor, é óbvio que o Blue apareceu né gente. E todos ficamos chocados ao saber quem ele é. Mas eu também fiquei muito feliz porque ele é um amorzinho. 

Para quem ainda não viu o livro ou o filme, pula essa parte ou então pare agora de ler pra ir ver o filme porque temos Alerta de spoileer.

Bram é Blueeee. Pra quem não sabe o ator que faz Bram - Keyinan Lonsdale - também fez o Kid flash na série The flash. Gente, ele é uma fofura, tem o sorriso mais fofo, vi diversas entrevistas dele e várias redes sociais e não tem como não se apaixonar. No dia 13 de maio de 2017 ele "saiu do armário". Fazer Bram. Fazer Com amor, Simon, ajudou muito ele nisso, a ele descobrir quem ele é. Bom, ele não é propriamente gay, mas sim Bi. De qualquer forma se incluí no mundo LGBT então dá no mesmo, a questão é que ele se "descobriu" a partir de uma história, a partir de um personagem.

E ele inclusive canta. Gente, as músicas dele são incrivelmente boas, eu tô extremamente viciada. Minhas favoritas são Kiss the boy, e Preach que inclusive foi lançada sexta-feira não consigo parar de ouvir, sugiro que façam o mesmo. Mas tem que ver os vídeos porque eles são muito bons também.

A questão é que eu fiquei muito feliz com o resultado do livro e do filme, sugiro que leiam e depois vejam o filme, e também ouçam as músicas, e também shippem Nick e Key na vida real. A história deles é extremamente fofa, e que comove qualquer um que vir. 



Existe uma playlist com as músicas todas no filme, um aplicativo e site que tem como você veem o filme, e um site onde vocês podem baixar o livro, vou deixar tudo bonitinho aí embaixo:

Aplicativo para notebook: https://popcorn-time.br.uptodown.com/windows é só baixar e já era.
Site onde pode baixar o filme: https://www.seriesfilmestorrent.com/
E a playlist do filme completa: https://open.spotify.com/album/1JHZTusMlrbbTBC3xHt2Gw?si=t3WrlKRXQrOhk8MCgEAu_A
E o site para baixar o livro: http://lelivros.love/?x=0&y=0&s=Simon+Vs+a+Agenda+Homo+sapiens

"- Não vamos fazer mais nada nunca mais. Não vamos para a escola. Não vamos comer. Nem fazer dever de casa.
- Eu ia convidar você para ver um filme - diz ele sorrindo. 
           Quando ele sorri, eu sorrio.

           - Nada de filmes. Odeio filmes.

           - É mesmo?

           - É mesmo. Por que eu ia querer ver outras pessoas se beijando, se posso beijar você?"
          
 E é com esse diálogo maravilhoso que eu encerro esse post que terá continuidade num futuro próximo e vou falar mais sobre o assunto do que sobre a história de Simon.

See ya.

XoXo 💋